Ecoturismo

Passamos pelo incrível fenômeno do Encontro das Águas dos Rios Negro e Solimões no traslado para o Juma. As águas dos dois rios correm paralelas por um longo trecho, sem se misturar, até formar o Rio Amazonas. É possível sentir a diferença de temperatura entre os rios.

Este passeio é um tour de reconhecimento que será feito de canoa a remo pelos igarapés (riachos) e igapós (floresta inundada, mais visível durante o período da cheia dos rios). Durante o percurso, é possível nadar, ouvir os barulhos misteriosos da floresta e, com sorte, observar os botos.

Durante a noite, saímos para observar jacarés, sapos e pássaros. Nosso guia dirige a lanterna para as margens do rio a procura de um jacaré, que fica imediatamente paralisado e com os olhos vermelhos por conta da luz, denunciando sua exata posição. O jacaré é trazido a bordo do barco para ser examinado. Depois, é devolvido ao rio, ileso.

Durante o amanhecer, observaremos as maravilhosas mudanças de cor do céu amazônico sob o canto dos pássaros (nossos guias dispõem de binóculos para a observação deles).

Embarcamos em um barco para pescar a famosa Piranha e também outros peixes da região amazônica (a pesca é mais fácil na época da seca, pois na cheia os peixes se escondem nos igapós e o acesso é mais difícil). Retornamos para o hotel durante o pôr do sol, na maioria das vezes exuberante.

Neste passeio, feito sempre em trilhas pouco exploradas, nosso guia passará noções de sobrevivência na floresta, fornecendo explicações sobre a vida selvagem amazônica e mostrando plantas que são comestíveis, medicinais e úteis para várias outras coisas. O almoço (culinária regional feita na brasa) é servido no meio da floresta, após uma caminhada. Depois do almoço, os turistas poderão descansar em redes.

Um dos nossos guias fará uma palestra informal contando sobre sua própria vida (nossos guias são nativos) e sobre os costumes e lendas dos ribeirinhos, além de apresentar um pouco da fauna e flora da região.

Após uma caminhada na floresta, servimos um almoço baseado na culinária regional, feito na brasa. Depois, armaremos redes para descanso em meio à floresta.

Um caboclo ribeirinho passará conhecimentos sobre plantas medicinais e demonstrará, dentre outras coisas, como é feita a farinha de mandioca, principal atividade econômica da região.

Visitaremos uma gigantesca Sumaúma, de aproximadamente 100 anos. A Sumaúma é considerada a maior árvore da Amazônia tanto em altura (atingindo até 40 metros), quanto em diâmetro do tronco.

O Juma, todo construído em palafitas, será visto de um outro ângulo: de baixo. É muito interessante entender como o hotel foi construído e também como lidamos com a sustentabilidade.

Faremos uma caminhada durante a noite, quando os animais emitem mais sons e a luminosidade na floresta é mínima, tornando-a mais misteriosa. É uma experiência bem diferente da caminhada diurna.

Buscando conscientizar cada vez mais nossos turistas da importância de mantermos a Floresta Amazônica em pé, os levaremos para plantarem sua própria árvore, uma experiência única na maior floresta do planeta!

O Juma tem uma parceria com a Amazon Tree Climbing (www.amazontreeclimbing.com), uma empresa especializada em escalada em árvores, o que possibilita uma outra perspectiva da floresta, explorando a copa das maiores e mais altas árvores da Amazônia.

Após o jantar, saímos para um pernoite na floresta, dormindo em redes. É uma experiência única dormir no meio da floresta ouvindo os sons dos animais.

O Pirarucu (Arapaima gigas), conhecido como o gigante das águas doces, é uma espécie de peixe que pode atingir mais de três metros e alcançar 200 kg! Na volta do Juma, paramos no Flutuante do Pirarucu, onde podemos alimentá-los e sentir toda sua força.

Mediante uma parceria com uma doca flutuante no Rio Negro, propiciamos um contato mais íntimo com os botos, sendo possível nadar com eles.

Visitaremos a tribo Dessana, de língua Tucana, onde será possível visitar suas ocas e assistir a um show de música e dança muito típico.

O Lago do Janauari é uma região privilegiada, onde podemos encontrar uma quantidade significativa de vitórias-régias. Também é possível almoçar por lá, nos restaurantes que ficam na beira do rio.